//Vinho para Sopa de Cação

Vinho para Sopa de Cação

Alvarinho da Região dos Vinhos de Lisboa é a sugestão para este ´clássico’ alentejano.

Harmonização sugerida pelos Vinhos de Lisboa – Quinta do Gradil Alvarinho 2018

As notas vibrantes de frutos tropicais conjugadas com a frescura e a sensação de mineralidade na boca são ideais para equilibrar a gordura desta sopa graças ao final de boca prolongado deste vinho branco que denota, ainda, alguma acidez.

Ficha Técnica – Quinta do Gradil Alvarinho 2018

CASTAS – Alvarinho.
TEOR ALCOÓLICO – 13,0%
VITICULTURA – Os solos são de natureza argilosa, com algumas manchas argilo-arenosas e boa drenagem. As largas encostas no sopé da Serra de Montejunto beneficiam de uma excelente exposição solar e a sua proximidade ao Oceano Atlântico confere-lhe uma acidez natural.
VINIFICAÇÃO – A fermentação ocorre em pequenas cubas de inox,à temperaturade16ºC. NOTAS DE PROVA – Vinho de cor citrina e nariz com notas vibrantes de toranja e frutos tropicais. A boca apresenta-se estruturada, com excelente frescura e persistência, com mineralidade bem presente.
PRÉMIOS E REFERÊNCIAS – Colheita2018|OuronoMundusVini2019 Colheita2018|OuronoBerlinerWeinTrophy2019

A Quinta do Gradil

www.quintadogradil.wine/pt/

No pós-reconquista instalaram-se no Cadaval alguns colonos, cujos nomes se fixaram na toponímia local, como ‘Martinus Johannis’ que surge referenciado num doc. de 1278 a comprar uma vinha, e que deu nome à atual localidade Martim Joanes.

As mais antigas referências escritas encontradas sobre a Quinta do Gradil remontam ao final do século XV, num documento régio de D. João II que data de 14 de fevereiro de 1492.

No século XVI, em redor da Quinta do Gradil, couto de caça do rei, abundava uma vasta fauna e flora. Encontravam-se facilmente cervos, perdizes, lebres, coelhos, raposas e veados.

No séc. XVII na Quinta do Gradil vivia-se da lavoura. O vinho era natural, muito próximo à definição inicial: mosto de uva fermentado. Não existia tecnologia nem sulfitos adicionados.

Entre 1765 e 1766 dois alvarás do rei D. José I decretaram o arranque de vinhas na região do Cadaval. Mas uma vistoria veio considerar as terras da Quinta do Gradil como aptas a produzir vinhos de bom lote.

Maria do Carmo construiu o Palácio Amarelo e transformou a Quinta do Gradil numa bem-sucedida exploração agrícola e simultaneamente num lugar de recreio e lazer.

A Quinta manteve-se nas mãos dos Marqueses de Pombal ao longo de boa parte do século XX, até ser vendida, em 1963, a Isidoro Maria d’Oliveira. Lavrador, homem de cultura e poeta, autor do poema “Saltimbancos”.

Com uma história familiar ligada ao comércio de vinho, Luís Vieira aprendeu com o avô Ganita todos os segredos do negócio. Em maio de 1999 adquire a Quinta do Gradil.

(In: site da Quinta do Gradil)

Patrocínio

 

Acesso à Receita desta Sopa de Cação

https://jornalsabores.com/sopa-de-cacao/