//Vinho em Marte? A cerveja pode chegar primeiro
envio de cerveja para Marte

Vinho em Marte? A cerveja pode chegar primeiro

A Geórgia, país considerado ‘berço’ da vitivinicultura, quer fazer vinho em Marte. Mas a cerveja Budweiser já leva avanço.

 

Nota da Redação –Tendo em conta que Marte tem sido o grande objeto de estudo espacial da década de 2020, ‘repescámos’ esta notícia de 2017 sobre o envio de cerveja até Marte.

No país da Europa Oriental que tem fronteiras com a Rússia e uma população com menos de 4 milhões de habitantes foram descobertas em 2017 áreas de ‘vitis vinífera domesticada, cujos testes por radiocarbono revelaram que possam ter 8 mil anos. Esta ‘antiguidade vínica’ levou Nikoloz Doborjginidze, fundador da Agência de Pesquisa Espacial da Geórgia, a declarar ao jornal ‘Washington Post’: “Se foram os nossos ancestrais que colocaram o vinho na Terra, então podemos fazer o mesmo com Marte”.

O projeto está na fase de pesquisa do tipo de uva ideal entre as mais de 400 castas locais, com posteriores ensaios em laboratório de cultivo vertical, para estudar possibilidades diferentes de plantações em colónias espaciais. A expectativa é que até 2022 a equipa de cientistas encontre uma variedade de uva adequada para plantar em Marte. Tudo isto pode não passar de uma ‘embriaguez espacial’ que está a ‘contagiar’ as empresas de bebidas alcoólicas. E a cerveja pode mesmo vir a ultrapassar o vinho da Geórgia.

É que a produtora de cervejas Budweiser, no final de 2017 enviou na Space X uma determinada quantidade de cevada para ser analisada pelo Laboratório da Estação Internacional Espacial dos EUA, com o objetivo de vir a produzir o cereal e a cerveja, em Marte.

Mas já foram colocadas algumas questões como o facto de existir em Marte menos luz solar, o que pode impedir o desenvolvimento da cevada. Por outro lado, a escassez de água poderá ser um problema para a fabricação da cerveja.

Enfim, talvez tudo isto não passe de marketing, ou então andam a beber vinho e cerveja com graduação alcoólica muito acima do que é conhecido pelos comuns bebedores, que certamente preferem ficar com a cabeça ligeiramente no ar, mas apreciar as bebidas com os pés bem assentes na terra.

No país da Europa Oriental que tem fronteiras com a Rússia e uma população com menos de 4 milhões de habitantes foram descobertas em 2017 áreas de ‘vitis vinífera domesticada, cujos testes por radiocarbono revelaram que possam ter 8 mil anos. Esta ‘antiguidade vínica’ levou Nikoloz Doborjginidze, fundador da Agência de Pesquisa Espacial da Geórgia, a declarar ao jornal ‘Washington Post’: “Se foram os nossos ancestrais que colocaram o vinho na Terra, então podemos fazer o mesmo com Marte”.

O projeto está na fase de pesquisa do tipo de uva ideal entre as mais de 400 castas locais, com posteriores ensaios em laboratório de cultivo vertical, para estudar possibilidades diferentes de plantações em colónias espaciais.

A expectativa é que até 2022 a equipa de cientistas encontre uma variedade de uva adequada para plantar em Marte.Tudo isto pode não passar de uma ‘embriaguez espacial’ que está a ‘contagiar’ as empresas de bebidas alcoólicas. E a cerveja pode mesmo vir a ultrapassar o vinho da Geórgia.

É que a produtora de cervejas Budweiser, no final de 2017 enviou na Space X uma determinada quantidade de cevada para ser analisada pelo Laboratório da Estação Internacional Espacial dos EUA, com o objetivo de vir a produzir o cereal e a cerveja, em Marte.

Mas já foram colocadas algumas questões como o facto de existir em Marte menos luz solar, o que pode impedir o desenvolvimento da cevada. Por outro lado, a escassez de água poderá ser um problema para a fabricação da cerveja.

Enfim, talvez tudo isto não passe de marketing, ou então andam a beber vinho e cerveja com graduação alcoólica muito acima do que é conhecido pelos comuns bebedores, que certamente preferem ficar com a cabeça ligeiramente no ar, mas apreciar as bebidas com os pés bem assentes na terra.