//Três citrinos «ancestrias»

Três citrinos «ancestrias»

Muito procurados e apreciados pela alta cozinha, devido à sua raridade e escassez, apresentam preços um pouco elevados.

Mão de Buda (na capa)

Trata-se de uma fruta cítrica de casca grossa e aparência estranha que não possui sementes nem sumo.
Detentora de uma fragrância forte e agradável, da casca podem ser feitos alguns tipos de doce. A provável região de origem desta fruta é o noroeste da Índia e acredita-se que foi a primeira fruta cítrica conhecida pelos europeus.

Possui cálcio, fibra, fósforo e vitamina C e as nuances cítricas da sua casca realçam o sabor de molhos ou temperos.

Limão Caviar

Um dos citrinos mais valorizados na alta cozinha, de sabor profundo e bem acídulo. O nome vem da forma da polpa, semelhante às ovas de caviar e que, revelam o seu sabor acidulado quando rebentam na boca quando se mastigam. São utilizadas para perfumar os pratos. Também se pode preparar os frutos em pickles. Os frutos são alongados, cilíndricos e medem entre 4 e 8 cm de comprimento.

 

 

 

 

Limequat

O Limequat é um fruto híbrido, agridoce, que resulta do cruzamento da lima com o kumquat. Tem uma pele fina e aromática, de sabor adocicado, próxima da do kumquat mas com uma cor entre o verde e o amarelo; já a polpa, embora agridoce, tem praticamente a acidez da lima.

kumquat – pertence à família do citrinos, tem polpa agridoce, enquanto a casca é amarga.