//Robalo ‘substitui’ polvo

Robalo ‘substitui’ polvo

‘ Polvo da Pedra à Esposende’ dá o lugar ao Robalo como prato identitário deste município.

A Associação Cidadãos de Esposende manifestou publicamente a sua satisfação por ver atendido o seu pedido para que a o prato identitário deste município passe a ser o robalo, substituindo o ‘Polvo da Pedra à Esposende’.

A ‘reivindicação’ da associação resulta de uma campanha lançada em dezembro de 2019 nas redes sociais e meios de comunicação sobretudo regionais, com o objetivo de promover um inquérito online, que decorreu durante dois meses e na sequência do qual foram recebidas mais de duas mil participações, com a lampreia e o robalo com os preferidos.

O resultado desta iniciativa confirmou a vontade de mudança do polvo da pedra “que dificilmente se encontra na restauração local e que comprovadamente não teve qualquer impacto na economia deste concelho” recaindo as preferências no robalo que “terá melhores resultados pois sendo este um concelho turístico é fundamental associar um prato que o identifique tanto a nível nacional como internacional”, defende a associação.

Após remetidos os dados do inquérito ao presidente da Câmara Municipal de Esposende, a resposta de Benjamim Pereira veio ao encontro do resultado do inquérito e o robalo passará, assim, a ser o produto gastronómico identitário de Esposende.

Como se pode ler no site do município:
“Nesta ‘Terra de Mar’ despontam nas ementas, entre outras iguarias, o suculento robalo – assado no forno ou de arroz -, a maravilhosa tainha, o sargo ou um delicioso salmão, sem esquecer o bacalhau e a sardinha cozinhados de “mil e uma maneiras”, ou ainda a riqueza dos mariscos da nossa costa e a lampreia, fazem as delicias de todos nós e representam um cartaz gastronómico impar na região e no país.
Na companhia da degustação destes pratos estão os Vinhos Verdes de Quinta, suaves, leves e aromáticos provenientes das encostas soalheiras dos vales do Neiva e do Cávado.
As famosas e adocicadas clarinhas de Fão, as Cavacas ou Folhadinhos rematam uma faustosa refeição.”