//‘Queijos de Portugal’: concurso elegeu os 21 melhores

‘Queijos de Portugal’: concurso elegeu os 21 melhores

A ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios entregou os prémios do 9.º Concurso ‘Queijos de Portugal’, no final de outubro, na FIL, em Lisboa.

Para além dos 21 que correspondem às categorias em prova e vão poder envergar o selo ‘Prémio Melhor Queijo 2017 – Concurso Queijos de Portugal’, assinala-se a atribuição de 41 Menções Honrosas.

Após uma análise rigorosa, objectiva e técnica feita a quase duas centenas de referências de queijo de produção 100% portuguesa, o painel de 24 jurados decidiu e atribuiu os devidos galardões.

De acordo com a lista de vencedores do Concurso ‘Queijos de Portugal 2017’ e no que toca aos produtores, o grande vencedor é JD-Empresa de Lacticínios, que arrecadou três galardões na categoria Cabra Cura Normal, com ‘Palhais Gourmet Saloio’, na categoria Mistura Cura Normal, com ‘Três Igrejas Tradicional Saloio’, e na categoria Mistura Cura Prolongada, com ‘Três Igrejas Cura Prolongada Saloio’, para além das três ‘Menções Honrosas’ na categoria Requeijão Mistura, com ‘Requeijão Natural Saloio’, na categoria Cabra Cura Prolongada, com ‘Palhais Rústico Saloio’, e na categoria Mistura Cura Prolongada, com ‘Sítio da Perdiz Saloio’. Seguiu-se a Lacticínios do Paiva, vencedor nas categorias Requeijão Vaca, Flamengo e Novos Sabores, com ‘Requeijão de Lamego’, ‘Paiva Bola’ e ‘Paiva Flamengo com Alecrim’, respectivamente, tendo arrecadado uma ‘Menção Honrosa’ na categoria Flamengo, com ‘Paiva Fatias’, e outra na categoria de Queijo Fresco Vaca. A Queijaria Flor da Beira venceu na categoria Requeijão Ovelha, tendo recebido também três ‘Menções Honrosas’: ‘Flor da Beira Amanteigado’ (Ovelha Cura Normal), ‘Flor da Beira Amanteigado Selecção’ e ‘Flor da Beira’, ambos na categoria Ovelha Cura Prolongada. Já à Queijaria Guilherme foram atribuídas duas ‘Menções Honrosas’ na categoria de Queijo Fresco Atabafado e uma categoria de Requeijão Ovelha.

A importância deste desafio tem vindo a reflectir-se desde a primeira edição, na qual foram apresentados 57 queijos de 27 empresas, inseridos em cinco categorias. No ano seguinte – em 2010 – o registo de queijos levados a Concurso subiu para 95 queijos de 36 empresas, dados que remeteram para a introdução de mais seis categorias (11 ao todo), valores que quase duplicaram em 2013, com o anúncio da inscrição de 164 queijos de 49 empresas e do aumento para 19 categorias. Por sua vez, na edição de 2016, já noutro formato, o número de queijos levados a Concurso disparou para os 206, com a participação de 59 empresas, e as categorias aumentaram para 20, o que denota um acréscimo que tem vindo a granjear no panorama nacional, em grande parte justificada pela sua comprovada credibilidade e isenção. Em 2017, inscreveram-se mais, mas chegaram efectivamente a concurso 193 queijos de 55 empresas e foi introduzida mais uma categoria: o ‘Queijo Fresco Atabafado’. Um queijo fresco de origem maioritariamente alentejana e algarvia, produzido com leite de cabra ou mistura de leite de cabra e vaca, submetido a tratamento térmico superior ao da pasteurização.