//Paço de Teixeiró: a frescura da Serra do Marão

Paço de Teixeiró: a frescura da Serra do Marão

É em Baião, berço natural da casta Avesso, que a família Montez Champalimaud preserva a sua histórica propriedade.

A sub-região de Baião tem ganho, nos últimos anos, um merecido destaque entre os consumidores nacionais e internacionais. Na base deste sucesso está a afirmação do potencial do seu terroir para a produção de vinhos brancos de elevada qualidade, caracterizado pela altitude e clima menos temperado, com invernos mais frios e verões mais quentes, devido à proximidade e influência da colossal Serra do Marão.
Estas características permitem o perfeito amadurecimento de castas de maturação mais tardia e com maiores exigências de calor no final do seu ciclo de vida – como é exemplo a Avesso. Por esse motivo, este é considerado o seu habitat natural e o lugar onde melhor se expressa. Para a Quinta de Paço de Teixeiró, a casta Avesso assume-se como o ingrediente-chave das suas referências produzidas na casa, agora com novas colheitas no mercado: Paço de Teixeiró Branco e Paço de Teixeiró Avesso

Na primeira versão, a casta Avesso (80%) é acompanhada pela Loureiro (20%), ambas provenientes de vinhas com mais de 35 anos de idade. A nova edição Paço de Teixeiró Branco 2019 apresenta-se ao mercado com uma enorme vivacidade e frescura, com uma clara presença de flores brancas, citrinos e algumas notas de damasco. Um conjunto muito fresco, perfeito para os pratos ligeiros da estação.

Segue-se uma abordagem mais arrojada, numa versão 100% Avesso – o Paço de Teixeiró Avesso 2018, cujo lançamento é sempre atrasado um ano para que o vinho possa exprimir todo o seu potencial ainda em garrafa. A quantidade limitada de garrafas disponíveis é compatível com a complexidade deste vinho, extraído das melhores videiras da propriedade. O estágio em barricas confere-lhe uma enorme elegância e um excelente volume de boca, perfeito para acompanhar o prato estrela da região: Anho Assado com Arroz de Forno.

Nas palavras de Eça de Queiroz, que encontrou nas terras de Baião a inspiração para a sua última criação literária, “A Cidade e as Serras”, o vinho aqui produzido é “fresquinho, leve, aromático e alegrador. Todo alma”.

Sobre a Montez Champalimaud
Para contar a história da casa Montez Champalimaud é preciso viajar até ao séc. XIV, data em que surgiram os primeiros registos da família no Douro e na região dos Vinhos Verdes, onde mantém até hoje as suas propriedades. A Quinta do Paço de Teixeiró, localizada na freguesia de Teixeira, na fronteira da região dos Vinhos Verdes, produziu a par do vinho, e durante tempos imemoriais, cereais.