//Barcelos – Lampreia do Cávado

Barcelos – Lampreia do Cávado

Em Barcelos nos dias 13 e 14 de março há ‘Lampreia em Casa’ fornecida pelos restaurantes.

Realiza-se nos dias 13 e 14 de março o Fim-de-Semana da Lampreia sob o lema ‘Lampreia em Casa’. Com esta atividade o município de Barcelos pretende contribuir para manter a excelência da confeção das Lampreias do Rio Cávado cuja tradição é preciso manter, mesmo em tempo de pandemia.
O Fim de Semana da Lampreia entra em 2021 na sua 7ª edição mas a pesca deste ciclóstomo no Rio Cávado vem de tempos ancestrais pois já D. Manuel I no Foral concedido a Barcelos em 1515 refere que a Lampreia era muito apreciada pelo Clero e Nobreza e que os pescadores tinham direito a uma parte do que pescavam e o senhorio a três partes.

Apesar dos tempos que vivemos o município de Barcelos e os 13 Restaurantes participantes resolveram dar continuidade a esta ação ainda que em formato adaptado à realidade atual do funcionamento da restauração. Uma forma de manter a economia circular que decorre da relação da comunidade piscatória barcelense do Rio Cávado com as unidades de restauração valorizando mais uma vez a excelência da Lampreia daquele rio e a sua presença na gastronomia local.
Este ano o fim de semana assume a figura de Take Away e por encomenda (realizadas com 48h a 24h de antecedência) para os restaurantes aderentes.

Restaurantes aderentes: Bagoeira (Barcelos), Casa dos Arcos (Barcelos), Chuva (Barcelinhos), Dom Carlos (Silva), Fina Mesa (Grimancelos), Manjar das Estrelas (Várzea), Os Mouros (Arcozelo), Pedra Furada (Pedra Furada), Taberna do Armindo (Carvalhas), Taberna O Manhoso (Tamel S. Veríssimo), Taberninha O Chico (Perelhal), Tasquinha do Careca (Perelhal) e o Vera Cruz (Barcelos).
Saiba mais em:
https://www.cm-barcelos.pt/2021/03/fim-de-semana-da-lampreia-em-take-away/

 

O território ‘vinhateiro’
No concelho de Barcelos, o cultivo da vinha e a produção do vinho encontram-se profundamente enraizados na história e cultura local. É um dos argumentos da identidade e diferenciação das gentes do norte de Portugal.
Assim, partir à descoberta dos vinhos de Barcelos nas suas adegas é uma forma de descobrir e fruir a região e, igualmente, de interpretar a cultura, os costumes, as tradições e o ‘modus vivendi’ das gentes do concelho, numa região onde o tempo e a história cunham a identidade de cada espaço geográfico. O vinho é, então, uma manifestação viva do talento destas gentes.
Em Barcelos, as quintas de vinho empenham-se na constante inovação tecnológica, mas não deixam de ser repositórios deste contexto patrimonial único, onde se rememora o passado, se vive o presente e se projeta o futuro da cultura da vinha, do vinho e do enoturismo. Espaços que se abrem para o prazer da descoberta desta gente rica em costumes, superstições e religiosidade ligados à terra.
Uma região onde, para além de brancos, rosés e tintos, se produzem também excelentes espumantes, vinagres, aguardentes e bagaceiras.

Agora que começamos a ver ‘a luz ao fundo do túnel’, vá programando a próxima viagem enoturistica, aproveitando esta sugestão.