//Gastronomia e vinhos «puxam» turistas para o Norte de Portugal

Gastronomia e vinhos «puxam» turistas para o Norte de Portugal

Nas motivações dos turistas, a gastronomia e vinhos, a localização e beleza natural, a cultura e património”, mas também o clima, o preço, a hospitalidade e os voos baratos.

As conclusões são do «Perfil dos Turistas do Porto e Norte de Portugal» durante o Inverno IATA 2016-2017 elaborado pelo IPDT – Instituto de Turismo, em parceria com o Turismo do Porto e Norte de Portugal (PNP) e o Aeroporto do Porto e permitem ficar a saber que os turistas que visitaram o Porto e Norte entre outubro e março ficaram por mais tempo e gastaram mais dinheiro em termos homólogos, permanecendo quase sete noites e despendendo em média 967 euros.

Mais de 70% dos inquiridos apontaram a gastronomia como estando “no topo das preferências”, um valor que representa mais 5% do que no período homólogo anterior. Um crescimento que o presidente do Instituto de Turismo considera demonstrativo da “importância económica deste produto para a região”, acrescentando que “é por isso importante não perder a autenticidade e continuar a apostar na gastronomia local de qualidade, que é um dos atributos mais genuínos do Porto e Norte”, afirmou António Jorge Costa.

O estudo permitiu ainda concluir que os principais mercados emissores de turistas para a região foram França, Espanha e Suíça, ocupando os mercados francês e suíço “uma especial relevância” no segmento dos turistas em visita a familiares e amigos e surgindo, “com menor destaque”, a Alemanha, o Reino Unido e a Holanda. A Ryanair e a TAP foram as companhias aéreas mais utilizadas pelos turistas que chegaram à região, seguindo-se a Easyjet e a Transavia, “que ganham cada vez mais representatividade no mercado”, referiu a mesma fonte.

Outra conclusão apresentada no «Perfil dos Turistas do Porto e Norte de Portugal» é de que turistas que visitaram o Porto e Norte entre outubro e março passados ficaram por mais tempo e gastaram mais dinheiro em termos homólogos, permanecendo quase sete noites e despendendo em média 967 euros.

No documento conclui-se ainda que 56% dos turistas tinham entre 19 e 40 anos, apresentavam um rendimento médio mensal de 3.300 euros e eram, na maioria, casados, embora a percentagem de solteiros que visitaram a região neste período tenha atingido os 37%.