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‘cabaz de frescos’: não ser ‘totó’ todos os dias

Decidi experimentar e percebi que afinal é fácil adquirir o que é bom e sabe ao que deve saber..

Na maior parte das vezes, por comodismo compro frutas e legumes no supermercado. E na maior parte das vezes, queixo-me que o sabor do que compro “não é o que devia ser”. Aliás, alguns são mesmo totalmente desenxabidos ou insípidos.

Queixo-me de quê? Só se for de ser totó (palerma, tanso, papalvo, pateta).

Então, apesar das dúvidas, decidi comprar um ‘cabaz de frescos’ e com ele passei a ser ‘totó’, apenas nos dias em que não tenho mesmo alternativa. E é nesses dias em que volto a ser ‘totó’ que (re)confirmo a vantagem dos outros dias, em que compro e saboreio produtos que ‘sabem ao que são’.

Quem não ‘sonha’ ter uma horta “ali à mão” para colher produtos fresquinhos e, sobretudo, garantidamente com o sabor daquilo que são? 

Costuma dizer-se que “a qualidade paga-se” mas a ‘não qualidade’ também se paga e algumas vezes, ainda mais caro ao concluir-se que o que comprámos não corresponde minimamente ao que esperávamos.

Sim, também fiquei na dúvida, mas decidi ‘arriscar’ e o resultado foi perceber que é possível ter, pelo menos algumas vezes por mês, um conjunto de produtos que me fazem regressar à aldeia de Quinta do Anjo e aos produtos das hortas e pomares dos vizinhos.

E como também aprendi a ser menos egoísta, quero agora partilhar convosco a satisfação ‘cá de casa’ pelo conteúdo do nosso primeiro cabaz de frescos que incluiu – nesta semana – couves, grelos, alfaces, nabos, tomates, batatas, cebolas, abóbora, salsa e até cherovias. Não conhece? Então vá aqui: https://jornalsabores.com/conhece-a-cherovia/

cabaz de frescos

cabaz

Mas recebi também fruta (tangerinas, limões e peras), ovos e um delicioso pão cozido a lenha, de Mafra, zona de onde são provenientes grande parte dos produtos que, repito, “sabem mesmo ao que são”.

cabaz de frescos

Refiro o primeiro, a título de exemplo, mas entretanto já adquiri outros, ao ritmo do que necessito e, também, do orçamento, embora o valor seja justo. São 15 euros cada cabaz, com um acréscimo para entregas.

No caso do ‘Cabaz de Frescos’ a que me refiro, a entrega ao domicílio faz-se nos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Almada, Sintra, Amadora, Odivelas, Loures e Mafra ou com recolha direta em locais indicados. Mas se procurar, existem ofertas idênticas noutras regiões de Portugal.

A composição do cabaz muda todas as semanas e a colheita e preparação é feita habitualmente até 24 horas antes da entrega, para que os produtos mantenham toda a frescura, sabor e nutrientes essenciais.

O ‘Cabaz de frescos’ é uma iniciativa do ‘SmartFarmer’,  um negócio social da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento- , que tem como principal missão apoiar pequenos e médios produtores agroalimentares por um lado, alavancando as suas vendas através de uma plataforma online, por outro, criando relações de proximidade e transparência entre estes e os consumidores, sustentadas por uma forte rede de parceiros locais.

Para saber mais e dar o primeiro passo consulte:

https://smartfarmer.pt/produto/cabaz-frescos-da-semana/

Amilcar Malhó