//Água com álcool

Água com álcool

Sem glúten nem açúcares adicionados, é literalmente água gaseificada, com 4,5% vol. de álcool.

É que até poderíamos estar a referir-nos a um copo de Whisky com um volume exagerado de pedras de gelo. Mas trata-se, efetivamente, de uma bebida composta maioritariamente por água. Gaseificada, com sabor a frutas e um teor de álcool de 4.5%, não tem glúten nem açúcares adicionados e a embalagem, que é feita de cartão, acondiciona latas em metal 100% reciclável.

Portanto, apresenta-se com menos calorias que as tradicionais bebidas alcoólicas e com soluções ecológicas ao nível do ambiente. Não admira, por isso, que este conceito que nasceu nos EUA tenha como principais ‘alvos’ consumidores os chamados millenials e geração z.
Chama-se Phunk, é primeira marca de bebidas classificadas como ‘hard seltzers’ produzida e comercializada em Portugal e para já, está disponível em quatro sabores: manga, cereja, lima e gengibre e mirtilo.

O fundador da marca, Duarte Froes, trouxe a ideia dos Estados Unidos na sequência da sua estadia em Cornell, como estudante e explica assim a sua iniciativa: “Como eu há muita gente que não gosta ou que procura alternativas menos prejudiciais em relação à cerveja, vinho ou sidra, mas que ainda assim querem divertir-se com os amigos num momento de convívio. O facto de a Phunk ser fácil de beber, ter vários sabores de frutas, ser bastante leve e ter poucos hidratos de carbono, zero açúcares adicionados e zero glúten, conquistou-me a mim e a todos os que procuram uma nova geração de bebidas alcoólicas que sejam menos pesadas e tenham menor concentração de calorias e teor alcoólico”, conta o fundador.


Em relação ao lançamento do produto em plena pandemia, reconhece que é “uma altura mais complexa para lançar uma marca, no entanto, apresentar um produto totalmente novo em Portugal, num período diferente, pode ser a altura certa para promover novos momentos de consumo, adaptados à realidade do novo normal. A verdade é que as hard seltzer foram as grandes vencedoras da pandemia nos EUA, pelo facto de serem fáceis de beber e pelo aumento da procura por parte dos consumidores de produtos health & wellness”, justifica Duarte Froes.

A internacionalização está nos horizontes do empreendedor mas apenas quando alcançar o crescimento planeado no mercado português.