Vencedores do ‘Concurso de Vinhos Douro TGV’,

O ‘Douro TGV’ três brancos da região duriense, num universo de 38 néctares, e quatro tintos em 45 amostras, um dos quais é do Alentejo.

No passado dia 25 de Maio, foram entregues os prémios aos vencedores do ‘Concurso de Vinhos Douro TGV’, que decorreu durante a Mostra de Vinhos e Sabores:

Na lista dos vinhos brancos, foram distinguidos o ‘Quinta das Corriças Colheira Selecionada branco 2015’, da Sociedade Agrícola Quinta das Corriças (Vale de Salgueiro, Mirandela); o ‘Quinta de Castelares Reserva branco 2016’, da Casa Agrícola Manuel Joaquim Caldeira (Freixo de Espada à Cinta); e o ‘Mont’Alegre Reserva branco 2016’, da FGWines, empresa do enólogo Francisco Gonçalves (Montalegre, Vila Real).

No quadro dos tintos, os valores mais altos foram conquistados pelo ‘Alta Pontuação tinto 2014’, da Alta Pontuação (Mateus, Vila Real); o ‘Monte do Desespero tinto 2014’, do Monte das Serras (Reguengos de Monsaraz, Évora); o ‘Quinta dos Lagares VV44 tinto 2014’, da Quinta dos Lagares (Alijó, Pinhão); e o ‘Quinta dos Nogueirões Reserva tinto 2014’, da Quinta dos Nogueirões (São João da Pesqueira, Viseu).

O ‘Concurso de Vinhos Douro TGV’ teve Olga Martins, CEO da Lavradores de Feitoria, como diretora de prova, durante a qual as amostras inscritas foram analisadas com todo o rigor exigido por 30 jurados, todos enólogos, dois dos quais exercem esta profissão fora da região demarcada mais antiga do mundo.

Os membros do júri pontuaram cada referência vínica através de uma aplicação desenvolvida pela Outsmartis, Lda., startup de André Conde que está a funcionar no Regia Douro Park, a entidade organizadora deste certame. O objetivo foi que cada chefe de mesa obtivesse, de imediato, os valores atribuídos. Ao mesmo tempo, a diretora de prova teve, a cada momento, uma perspetiva das pontuações por mesa e por vinho. No final, os jurados ficaram a conhecer quais os números correspondentes aos vinhos vencedores.

Durante a ‘Douro TGV – Mostra de Vinhos e Sabores’ – mostra vínica complementada pelos produtos gastronómicos – cada garrafa dispôs de um ‘QR Code’ com a respetiva informação acerca do vinho e do produtor ao que os users pudessem, depois, atribuir os seus próprios comentários e pontuação. A finalidade é que os próprios users possam, agora, consultar essa informação e procurar esses vinhos.

A organização do ‘Douro TGV’ esteve a cargo do Regia Douro Park (*) que, com iniciativas como esta, pretende munir os actuais e futuros players, cujas actividades abordem as áreas de turismo, gastronomia e vinho, mas em especial aos agentes e às gentes da região, como sejam os alunos e docentes da UTAD, da Escola de Hotelaria e Turismo do Douro – Lamego e de outras instituições de ensino, cujos alunos são os futuros embaixadores da região.

 

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