Vencedores do 5.º «Concurso de Vinhos do Douro Superior»

Nesta 5ª edição do concurso as pontuações foram as mais altas de sempre, destacando-se o facto de não existirem medalhas de bronze.

‘Passagem Reserva branco 2015’, da Quinta das Bandeiras Vinhos (projecto que resulta de uma joint venture entre a família Bergqvist e o enólogo Jorge Moreira); ‘Quinta do Grifo Grande Reserva tinto 2011’, da Rozès; e ‘Maynard’s Porto Colheita branco 2007’, da Barão de Vilar Vinhos, são os grandes vencedores do ‘Concurso de Vinhos do Douro Superior 2016’, no que toca respectivamente as vinhos brancos, tintos e do Porto. Esta foi a quinta edição de uma competição que, a par com o ‘Festival do Vinho do Douro Superior’, veio para ficar e afirmar a sub-região como terra de dinamismo e qualidade e a cidade de Vila Nova de Foz Côa como “Capital do Douro Superior”.

Trinta e sete foi o número de jurados da 5.ª edição do ‘Concurso de Vinhos do Douro Superior’. O maior e mais diversificado painel de sempre, composto por críticos, jornalista, bloggers, escanções e representantes do comércio e do canal horeca, teve este ano a tarefa de provar 144 vinhos, elegendo os melhores, nas categorias de branco, tinto e vinho do Porto. Para além dos três “Melhores”, foram ainda atribuídas 48 medalhas: 19 de ouro e 29 de prata. O nível de pontuações foi tão alto que não foram atribuídas medalhas de bronze.

Cerca de 7.000 pessoas visitaram o ‘Festival do Vinho do Douro Superior 2016’. Se muitos foram os que provaram e aprovaram os néctares de Baco expostos ao longo dos 60 stands de vinhos (e 10 de sabores), o entusiasmo reinou também no colóquio – sob o mote “Douro Superior: Fronteiras da Liberdade” e que este ano voltou a ter lugar na tarde de sexta-feira, o primeiro dia do certame – e no ‘Concurso’.

À semelhança dos anos anteriores, um grupo de 25 jornalistas e bloggers visitou quintas da sub-região. Este ano foram cinco os produtores que receberam a comitiva, composta por um núcleo “duro” de portugueses, aos quais se juntaram especialistas de nacionalidade brasileira, inglesa e russa. A viagem começou na Quinta do Vale Meão e terminou, precisamente do outro lado da margem, na Quinta das Bandeiras. A estes dois projectos juntaram-se a Muxagat Vinhos, com visita e jantar na sua adega na Mêda; a Quinta do Crasto, que deu a conhecer a Cabreira, uma das quintas que tem na sub-região do Douro Superior; e a imponente Quinta da Terrincha, o projecto vitivinícola que a família Sousa Pinto tem em pleno Vale da Vilariça.

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