Roubo de vinhos no valor de cerca um milhão de euros

O ex-assistente pessoal do banqueiro David Solomon, presidente do Goldman Sachs, roubou entre 2014 e 2016 vinhos avaliados em 960 mil euros.

Nicolas De-Meyer foi preso no terminal internacional do aeroporto LAX, de Los Angeles, quando tentava deixar os Estados Unidos, acusado de ter roubado vinhos do ex-patrão, avaliados em quase um milhão de euros. O ladrão tentou vender os vinhos a um comerciante especializado na Carolina do Norte que, acreditam as autoridades, não sabia de origem ilegal das bebidas.

Entre as tarefas regulares de De-Meyer estava a receção de garrafas de vinho enviadas para o apartamento que Solomon possui em Manhattan, com capacidade para mil garrafas e transportá-las para uma adega em East Hampton, Nova York.

Entre os muitos vinhos de marcas credenciadas que foram roubados destacam-se sete garrafas do vinho francês Romanée-Conti cujo preço de venda no mercado deverá ultrapassar os 120 mil euros.

Para se ter uma ideia do valor que estas garrafas podem alcançar, refira-se que em novembro de 2013, num leilão da Christie’s International, em Hong Kong, 12 garrafas de vinhos Romanée-Conti foram vendidas por cerca de 40 mil dólares cada uma (cerca de 33 mil euros)

Os investigadores saberiam do caso desde 2016 mas preferiram De-Meyer sob vigilância com o objetivo de saber se existiriam cúmplices, o que não veio a verificar-se.

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