//Restaurantes querem medidas urgentes

Restaurantes querem medidas urgentes

Associação do setor apresentou mais de 40 propostas ao Ministério da Economia.

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) considerou insuficientes as medidas apresentadas pelo Governo e apresentou um conjunto de mais de 40 propostas ao Ministério da Economia. Eis algumas das propostas apresentadas:

-Disponibilização de uma linha de apoio à tesouraria no valor de 1000 euros mensais por trabalhador.
– Reforço financeiro à tesouraria das empresas, através de microcrédito que não passe diretamente pelo sistema bancário.
– Adequação ao regime de layoff, com a quebra significativa das vendas a ser considerada por referência ao período homólogo de 30 dias consecutivos, e aplicado por estabelecimento ou por empresa.
– Período de carência de seis meses para obrigações relativas aos pagamentos do IVA, da Segurança Social e do IMI, entre outros compromissos para com a Autoridade Tributária.
– Inexistência de penalização por atrasos de pagamento de rendas ao senhorio Estado.
– Calendário dos compromissos bancários das empresas deve ser suspenso, prorrogando-o de forma a evitar penalizações.

A Associação disponibilizou-se para contactar os associados no sentido de que os estabelecimentos de alojamento e restauração possam funcionar, se necessário e sob a orientação das autoridades competentes, para acolher e alimentar doentes, profissionais de saúde e todo o sistema de proteção civil.

No que se refere a uma notícia avançada pelo jornal Correio da Manhã , segundo a qual teriam encerrado já 17.100 restaurantes em todo o país, (citando dados da associação) a AHRESP desmentiu os factos relatados.

Foto: Restaurante Torres (Vila Verde)