Restaurantes naturistas em Paris e Londres

Aqui, os clientes podem estar ‘ao natural’ que é como quem diz “como vieram ao mundo”.

Abriu no final do ano de 2017, no Pólo Naturista de Paris (França) o restaurante ‘O’naturel’ onde, como o nome sugere, os clientes podem estar ‘ao natural’ que é como quem diz, “como vieram ao mundo”.

Trata-se do primeiro restaurante naturista de Paris, onde, como se refere no site, pode ter-se o “ prazer de jantar nu durante todo o ano na capital no respeito dos valores naturistas”. Pode ainda ler-se que “um vestiário está à sua disposição para permitir que viva este momento em completa liberdade”.
Funciona de terça a sábado à noite, das 19:30 às 23:00, exclusivamente com reservas e promete “uma cozinha requintada com opção vegan, para além de festas temáticas e noites de Karaoke em que os ‘cantores’ se apresentam «ao natural».

Entre os comentários na página do Facebook deste restaurante pode ler-se, como exemplo: “Uma descoberta muito agradável do naturismo, com uma refeição deliciosa” ou ainda “Restaurante Naturista de Paris com uma receção calorosa. Decoração minimalista e natural. Higiene impecável. Comida Gourmet, nada a dizer. Eu recomendo”.

E também em Londres

O empresário do restaurante parisiense reconheceu que o sucesso do Bunyadi, que abriu em 2016 em Londres, o incentivou a avançar com este projeto.

Quando abriu, o restaurante naturista Bunyadi recebeu, de imediato, quatro mil reservas e dois meses de pois já tinha 30 mil pessoas em lista de espera.

Funciona apenas nos três meses de verão, só para jantares e os empregados circulam apenas com certas partes do corpo cobertas, refere a Business Insider.

Mas também o menu, o mobiliário e o material usado deverão seguir a opção naturista como forma de “respeitar o ambiente”, como refere um comunicado do restaurante. Cozinhar em fornos a lenha, utilizar pratos e travessas de barro, usar madeira na construção de mesas e cadeiras e velas para iluminação, constituem opções que vão ao ponto de proibir telemóveis e outros aparelhos tecnológicos.

Dizem os promotores que pretendem proporcionar uma experiência de regresso às origens, “sem químicos, cores artificiais, eletricidade ou gás, telefones e, até, roupas, se assim o desejarem”.

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