Quinta do Pôpa propõe ‘Contos da Terra’ no copo e pé na areia

‘Contos da Terra branco 2015’ no copo e pé na areia é a proposta da Quinta do Pôpa para este verão já que se apresenta como uma excelente opção para beber a solo ou a acompanhar saladas, peixe e carnes brancas.

O ‘Contos da Terra branco 2015’ resulta do blend das castas Viosinho, Rabigato, Esgana-Cão e Gouveio. É um branco contemporâneo, cheio de juventude, aroma frutado e apelativo. Francisco Montenegro e João Menezes, a dupla de enólogos da Quinta do Pôpa, conduzem-nos numa prova mais detalhada: de cor citrino esverdeado, é um branco onde o nariz é expressivo no aroma tropical, evidenciando-se o ananás, com nuances de manga. No final marcam presença aromas de folhas de chá secas. No palato a entrada é suave, a boca mostra um volume atraente e um final refrescante.

A Quinta do Pôpa nasceu para criar “Vinhos de Homenagem”; de homenagem “ao Douro, “à Família Pôpa”, “às Senhoras da Família”, ao enólogo “Luís Pato” (impulsionador e consultor inicial do projecto) e a “Francisco Ferreira (Pôpa)”, o sonhador e motor do projecto. Já falecido, foi por ele que José Ferreira (filho do Pôpa), primeiro, e agora Stéphane e Vanessa Ferreira (netos do Pôpa) dão vida e alma ao negócio. Resultado de uma selecção das melhores castas da região, a marca ‘Contos da Terra’ traduz-se numa homenagem ao Douro, sendo actualmente composta por duas referências: branco e tinto.

PVP de €4,90 a garrafa

Sobre a Quinta do Pôpa

A Quinta do Pôpa é uma “janela sobre o rio Douro”. Propriedade duriense produtora de vinhos localizada na encosta da EN 222, no concelho de Tabuaço, em pleno Alto Douro Vinhateiro. O nome e história desta Quinta simbolizam a realização de um sonho que tem passado de geração em geração, homenageando Francisco Ferreira, mais conhecido como Pôpa: o seu filho adquiriu parte da propriedade em 2003, mas hoje são os seus netos – Stéphane e Vanessa Ferreira – que estão nos comandos da Quinta do Pôpa, com o objectivo de produzir vinhos de homenagem. Um projecto familiar apadrinhado desde o início pelo enólogo Luís Pato e que actualmente conta com a enologia de Francisco Montenegro e João Menezes. Com uma área total de 30 hectares, dos quais catorze são de vinha, toda de letra A; e 3,5 ha de olival. São quatro os hectares de vinha velha, com mais de 80 anos e uma mistura de mais de 21 castas.

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