//‘Mercado da Aldeia’

‘Mercado da Aldeia’

Vinhos, queijos, pão, doçaria, frutas, legumes e artesanato são alguns dos produtos que vai encontrar neste novo Mercado.

Quinta do Anjo, freguesia do concelho de Palmela recebe, este verão, uma nova iniciativa: o Mercado da Aldeia. Nos dias 18 de julho, 1, 15 e 29 de agosto e 12 e 26 de setembro, das 8h00 às 13h00, o largo junto ao Mercado Municipal de Quinta do Anjo vai ser um espaço de promoção e venda dos melhores produtos locais.
Vinhos, queijos, pão, doçaria, frutas, legumes e artesanato são alguns dos produtos, de produtores locais, que vai ser possível encontrar neste novo Mercado.

A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Palmela, em parceria com a Junta de Freguesia de Quinta do Anjo e com o apoio da ARCOLSA – Associação Regional de Criadores de Ovinos Leiteiros da Serra da Arrábida. O objetivo é apoiar os produtores e dinamizar o comércio local, ajudando à retoma da economia, no contexto da pandemia da COVID-19. Ao mesmo tempo, esta iniciativa tem como objetivo revitalizar o núcleo histórico da aldeia.

O Mercado respeitará as medidas preventivas em vigor, sendo garantida a distância de segurança entre as bancas de produtores, o controlo do acesso das/os consumidoras/es, a higienização e o uso de máscara de proteção.

Dinamizado, por agora, a título experimental, o Município acredita que pode, mais tarde, evoluir para o mercado local de produtores de que Quinta do Anjo necessita.

Antes ou depois das compras…
…não deixe de visitar o monumento funerário das Grutas Artificiais de Quinta do Anjo foi identificado, no último quartel do século XIX, circunstancialmente, durante a extração de calcário no local, ação que provocou a destruição parcial da necrópole, com maior incisão nas grutas 3 e 4.
Destinado a inumação coletiva, o monumento é composto por quatro grutas artificiais, escavadas no calcário brando da Arrábida, e utilizadas como necrópole entre o Neolítico final e o Bronze Inicial.
Do vasto e notável conjunto de mobiliário funerário exumado destacam-se as grandes lâminas (sílex), pontas de seta, machados e enxós (pedra polida), diversas cerâmicas lisas (taças de calote e esféricos), cerâmica campaniforme (Grupo Internacional; Grupo Inciso e Grupo Palmela), objetos de adorno, ídolos cilíndricos e os ídolos placa (placas de xisto decoradas), os recipientes em calcário e com especial referência, as taças campaniformes e pontas de cobre “tipo Palmela”, identificadas pela primeira vez nestas grutas e que alcançaram uma extensa dispersão geográfica através de contactos comerciais com vários pontos do mundo mediterrânico.
Classificado como Monumento Nacional, desde 1934 (Decreto-Lei de 5 de Abril de 1934).

(in: site da C.M.Palmela)