Confraria dos Saberes e Sabores da Beira “GRÃO VASCO”

Tal como se apresenta, tem o nome próprio de Confraria de Saberes e Sabores da Beira, o apelido Grão Vasco e como naturalidade, Viseu.

São Objectivos Orogramáticos desta Confraria: Promover, divulgar e preservar o património gastro-enófilo da Beira nas suas diversas componentes pugnando pela genuinidade da culinária autóctone e pela autenticidade dos vinhos e bebidas espirituosas e bem assim valorizar os usos e costumes tradicionais beirões.

A Confraria dos Saberes e Sabores da Beira “Grão Vasco” adoptou como Lema : Arraial, Arraial, pela Beira, por Portugal e apresenta como objetivos:

Promover e divulgar a gastronomia tradicional da Beira nas suas diversas componentes e bem assim os vinhos e bebidas espirituosas produzidas em terras beirãs; Investigar e pugnar pela genuinidade da culinária autóctone da Beira; Patrocinar a recolha de usos e costumes tradicionais dando-lhes a respectiva divulgação; Incentivar a edição de trabalhos audiovisuais e escritos sobre cultura regional; Realizar acções de carácter cultural que consubstanciem a defesa e a preservação do património gastro-enófilo da Beira; Incrementar de forma pedagógica junto dos estabelecimentos de restauração e afins a preservação da gastronomia beirã.

Nasceu por escritura notarial de 19 de Abril de 2002 e vem desenvolvendo um trabalho estruturado por forma a contribuir para a dignificação da briosa região beirã.

De acordo com o que foi escrito pelo Couteiro Editorial “estamos numa longa caminhada em defesa dos nossos usos e costumes e como sabemos o caminho faz-se caminhando. Por isso nos atrevemos a escolher Grão Vasco, arauto da pintura renascentista, como patrono da Confraria acolitado pelo Infante D. Henrique, como patrono do Conselho Enófilo, do escritor Aquilino Ribeiro como Patrono do Conselho Gastronómico e do boémio fadista Augusto Hilário como patrono do Conselho de Artes e Tradições”.

De entre a extensa atividade desenvolvida pela Confraria de Saberes e Sabores da Beira, “Grão Vasco” assinale-se a promoção de um Curso Mundial de Formação de Dirigentes Associativos da Diáspora que decorreu em Viseu e Lisboa em Fevereiro de 2013 e teve novas edições em 2014 e 2015.

Esta confraria tem igualmente uma relação privilegiada com o Brasil, através da Casa de Viseu no Rio de Janeiro.

Traje da Confraria

Masculino

Capote- de cor preta em tecido de lã, passando abaixo do joelho com cabeção, que prende em bico à frente e atrás. Por cima tem uma pequena gola debruada a cetim vermelho. No peito, à esquerda, tem a inserção do logótipo da Confraria em tecido de feltro vermelho.
Chapéu- de cor preta com copa redonda com dez centímetros de aba. A copa é envolta de fita de seda de cor amarela dourada.

Feminino

Capote- de cor preta em tecido de lã, difere do masculino no cabeção que tem um bordado inspirado na técnica tradicional de Tibaldinho * tendo por baixo um forro vermelho para sobressaírem os ilhós do bordado.
Chapéu – de cor preta, de copa mais alta à frente. A aba tem oito centímetros à frente e seis centímetros atrás sendo envolta com fita de cor amarela dourada, com laço atrás, descaída nas pontas.

A Confraria tem um estandarte com listeis (filetes) de cor vermelha, amarela e branca, com inserção da designação a ouro e no centro o escudete em prata.

* Os bordados que actualmente se designam por bordados de Tibaldinho têm a sua origem numa área geográfica que compreendia várias aldeias do concelho de Mangualde e de Viseu.

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