//Aljubarrota evoca a Padeira

Aljubarrota evoca a Padeira

De 10 a 14 de agosto, ‘Aljubarrota Medieval’ apresenta história ao vivo e iguarias medievais.

Mais de seis séculos depois, continua a ser evocada a lendária ‘Padeira de Aljubarrota’, a quem é atribuído o feito de, com a pá do seu ofício, ter aniquilado um grupo de sete castelhanos famintos.

Na ‘Aljubarrota Medieval’, podem encontrar-se tavernas com deliciosas iguarias medievais para degustar, entre as quais se encontram, para além do afamado pão da padeira, as carnes no espeto, enchidos, sopas tradicionais, os queijos, os enchidos, os licores, os doces, o mel e as compotas.

Há 634 anos, a 14 de agosto de 1385, os exércitos de Castela compostos por 30.000 homens, foram bravamente derrotados pelas 7000 tropas lusitanas lideradas pela mestria estratégica de D. Nuno Álvares Pereira, nos campos de Aljubarrota, que pertenciam aos antigos coutos de Alcobaça, território dos monges cistercienses. Mais de seis séculos depois, a história da Batalha de Aljubarrota é ainda hoje celebrada e relembrada pela sua importância histórica. Uma batalha fundacional que representa o momento da afirmação definitiva da nacionalidade Portuguesa.
Na Aljubarrota Medieval – evento com mais de 20 anos de existência – milhares de pessoas percorrem as ruas estreitas que caracterizam esta vila, revivendo os tempos medievais.

Também haverá espaço para a olaria, a tecelagem e os bordados. Revive-se o ambiente e o quotidiano da época medieval: o casamento medieval, os cortejos, torneios a pé e a cavalo, mostras de armas, ceia medieval, acampamento, malabarismos e muita música.

No dia 11 de agosto, não perca o momento alto do evento: a Recriação da Batalha de Aljubarrota, com a participação de centenas de figurantes.

A Aljubarrota Medieval despede-se a 14 de agosto com o Dia da Padeira de Aljubarrota. De seu nome Brites de Almeida, a Padeira de Aljubarrota é uma figura lendária portuguesa associada à vitória dos portugueses contra as forças castelhanas, na Batalha de Aljubarrota (14 de agosto de 1385). Reza a lenda que, com a sua pá de padeira, teria morto sete castelhanos que encontrara escondidos num forno.

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