Alimentação no «Rio 2016» com graves problemas

Só agora parecem estar minimizados os problemas de fornecimento de alimentação ao público nos Jogos Olímpicos «Rio2016».

Particularmente no fim de semana de arranque do evento, foi mesmo o caos que se instalou nas zonas de fornecimento de alimentos ao público. Como noticiava um jornal carioca “faltou gente para atender, comida no balcão e o sistema de pagamento das refeições travou”.

Como razões para esta situação o mesmo jornal referia “os efeitos das restrições impostas pelo comitê organizador para não estourar o próprio orçamento”.

Ao terceiro dia de problemas os «quiosques» de venda tiraram da ementa mais de 50% do que ofereciam, multiplicaram por 10 o número de funcionários. Mas continuava a existir grandes dificuldades em pagar com cartões.

Reproduzimos, na íntegra, um parágrafo de uma das notícias:
“Na Arena Olímpica do Rio, onde são disputadas as competições de ginástica artística, apenas duas das dez opções de comida estão disponíveis no cardápio: pizza de queijo e quibe. Segundo as funcionárias que fazem o atendimento, ainda há lasanha e escondidinho — que não aparecem no cardápio — para serem vendidos, mas faltam talheres. A lanchonete também não fornece nota fiscal. A alternativa oferecida é enviar o cupom por e-mail. Os clientes precisam anotar o pedido, o nome, o valor e o endereço eletrônico em um pedaço de papel”.

Na terça-feira, para tentar resolver a situação, a organização contratou 25 food trucks, que chegaram ao parque de madrugada, mas muitos não conseguiram funcionar, por uma série de motivos. “Tem comida pro pessoal mas não tem trabalhador, não deixam ninguém entrar”, explica uma das proprietárias. E não foi previsto o fornecimento de energia eléctrica para as «roulotes».

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