Acordo de cooperação pioneiro para setor agroalimentar português

APED, CAP, CCP, CIP, CNA e CONFAGRI assinaram ‘Código de Boas Práticas’ para reforçar a aposta na transparência, no diálogo e na autorregulação.

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) congratula-se com o acordo de cooperação pioneiro para setor agroalimentar português assinado com os parceiros CAP, CCP, CIP, CNA e CONFAGRI, que se vem materializar no Código de Boas Práticas Comerciais por forma a acrescentar valor a toda a cadeia alimentar e tornando-a mais competitiva e próxima do consumidor.

Considerado um instrumento de autorregulação, de natureza voluntária que define um conjunto de princípios e procedimentos para a cadeia de abastecimento agroalimentar tem, de acordo com a APED, o objetivo “de reforçar a cooperação e transparência e assegurar a promoção da equidade e reciprocidade entre parceiros dos setores da produção, da transformação e da distribuição de produtos de grande consumo.”

“A assinatura deste Código de Boas Práticas vem reforçar a aposta de longa data da APED na transparência, no diálogo e na autorregulação como ferramentas para alcançar um mercado mais dinâmico. Este acordo permite dar novos passos no trabalho pioneiro que os setores signatários têm desenvolvido em prol de um relacionamento equilibrado e equitativo entre agentes económicos e, acima de tudo, em prol do consumidor”, refere Ana Isabel Trigo Morais, diretora-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

O documento vem somar-se às iniciativas já tomadas pela APED no âmbito da autorregulação, como é exemplo o protocolo de colaboração assinado com a CAP em 1995, em vigor desde então e que evoluiu, inclusive, para o Código de Boas Práticas Comerciais, assinado em abril de 2013.

Este acordo está ainda em linha com as práticas de autorregulação em vigor na Europa, nomeadamente com o Código de Boas Práticas Europeu – “The Supply Chain Iniciative”, um marco histórico na relação entre os setores da distribuição e fornecedores, que contou com a adesão voluntária de 457 empresas europeias, entre as quais os cinco principais grupos de retalho alimentar em Portugal.

In: Tecnoalimentar

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